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Números colocam Minas Gerais como importante estado para setor de saúde

No momento em que se aproxima a segunda edição da Expo-Hospital Brasil, o mercado da saúde em Minas Gerais apresenta números bastante expressivos. Importante representante do setor terciário, ou seja, de serviços, a saúde envolve, em sua cadeia produtiva, inúmeros profissionais e investimentos. Vale lembrar que o setor terciário corresponde a quase 60% do PIB do estado. Com seus 21 milhões de habitantes, aproximadamente 10% da população total do Brasil, os números apontam Minas Gerais como o segundo mercado de saúde do Brasil.

Segundo dados atualizados de 2018 pelo Ministério da Saúde, Minas Gerais tem 41.942 estabelecimentos de saúde o que significa 12,89 % de todo o país. Mais de 11 % dos médicos de todo o território nacional estão no estado o que representa 53.688 em atividade, segundo dados do Conselho Federal de Medicina. E o Conselho Federal de Enfermagem informa que Minas tem 8,47%, de enfermeiros do país, sendo 177.280 ao todo. Para o diretor da Expo-Hospital Brasil, Fernando Kutova, “os dados são importantes e colocam o estado em um lugar de grande relevância no país. Não é por acaso que a capital mineira recebe a segunda edição de um evento como a Expo-Hospital Brasil”.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, Minas Gerais conta com 41.181 leitos distribuídos em 682 hospitais, números que indicam que 9,99% das instituições de todo o país estão no estado. Quase 25% dos mineiros têm plano de saúde. O número é da Agência Nacional de Saúde que ainda informa que esses 5.095.383 de mineiros significam 10,78% de todos os planos do país.  Como 15,5% dos municípios de todo do Brasil estão em Minas, isso representa que o estado conta com 853 secretarias de saúde. Os números reafirmam a força do estado no plano nacional e dão uma ideia de quantos empregos diretos e indiretos são criados.

O momento atual é propício para pensar o mercado e como o setor de saúde tem se comportado. Administrar um hospital ou clínica de saúde passa necessariamente por uma gestão adequada e profissional. Segundo o presidente da Central dos Hospitais de Minas Gerais, Reginaldo Teófanes Ferreira de Araújo, em seu editorial para o jornal da Central dos Hospitais de setembro de 2017 “a observância na qualidade dos procedimentos no âmbito gerencial é ressonante nos resultados totais das instituições hospitalares”. E alerta: “Isso no passado não era levado em conta e essa conta depois foi cobrada. Muitos hospitais que eram tidos como referências no país, passaram por graves dificuldades ou fecharam”.

O que se observa na maioria das instituições hospitalares de Minas Gerais, e do Brasil como um todo, é que seu desenvolvimento passa pela preocupação com a sustentabilidade financeira e ambiental, com a contratação de funcionários capacitados, com o compartilhamento de experiências e custos entre instituições e com investimentos e terceirizações apropriados. Estar atento às novidades tecnológicas e gerenciais é fundamental para a saúde financeira das instituições hospitalares.

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