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Prevenção e Tratamento de feridas no Congresso de Enfermagem

A enfermeira Maria Celeste Barros fala sobre o cuidador leigo e a prevenção das úlceras em idosos tratados em casa

 

O Enfermagem Brasil – III Congresso Brasileiro de Enfermagem aconteceu nos três dias da Expo-Hospital Brasil. Dividido em blocos de assuntos – Segurança do Paciente, Tendências em Enfermagem, Enfermagem Pediátrica, Humanização na Saúde e, por último, Prevenção e Tratamento de Feridas, o evento reuniu enfermeiros e técnicos com o objetivo de valorizar a educação continuada da categoria. O tema feridas ganhou um dia inteiro de discussões, por ser uma das importantes atuações do enfermeiro nos dias de hoje.

Iniciando as aulas, a enfermeira carioca, especializada em tratamento de feridas Maria Celeste Dalia Barros falou sobre O cuidador leigo e a prevenção de úlcera em idosos em domicílio. O interesse pelo tema surgiu quando Celeste trabalhou em uma empresa de internação domiciliar, ela fazia avaliação do paciente para esse tipo de internação. A maioria dos pacientes era idosa, que de uma hora para outra ficava acamada. “A gente sabe que a partir de duas horas com o paciente acamado as úlceras por pressão começam a aparecer”, explica a enfermeira. Ela continua: “chamou minha atenção como esses idosos seriam cuidados em casa, por quem? Foi quando fiz uma pesquisa, há 13 anos, traçando o perfil desse cuidador não profissional”.

De acordo com Celeste, até hoje esse perfil se mantém, sendo uma mulher de meia idade, que migra das atividades domésticas para o cuidado com o idoso e que aprende à medida que vai realizando o trabalho. E como o enfermeiro pode ajudar? Celeste explica que os enfermeiros não podem dar curso de cuidador de idoso, são impedidos pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), mas tem como dever de ofício orientar as pessoas que vão cuidar daquele indivíduo e, principalmente, de suas úlceras.

Desbridamento de feridas

A presidente da Sociedade Brasileira de Enfermagem em Feridas e Estética (SOBENFEeE), Mara Blanck, enfermeira de São Paulo, deu uma aula sobre Desbridamento de Feridas. Segundo ela, desbridar uma ferida é retirar todos os tecidos não viáveis ou que vão impedir a cicatrização. São diversos os tipos de desbridamentos e o enfermeiro pode atuar no autolítico, enzimático, químico e instrumental. “Só não podemos fazer o desbridamento cirúrgico”, explica Mara. Ela ainda conta que desde janeiro de 2018, o Cofen publicou a Resolução 056/2018 que dá autonomia ao enfermeiro para realizar o desbridamento instrumental até a facia muscular, desde que tenha treinamento.

A enfermeira chama atenção para as feridas crônicas e complexas, que acometem pacientes tanto na atenção básica, quanto nos atendimentos da média e alta complexidade. “Essas feridas são um problema de saúde pública e o desbridamento está entre as técnicas que usamos para otimizar o tratamento e o processo de cicatrização”, finaliza Mara.

A programação o III Congresso Brasileiro de Enfermagem ainda contou, no bloco dedicado às feridas, com as palestras A escolha da cobertura ideal através da aplicação do instrumento TIME, Higiene Oral iTOP: mitos e verdades, Epidermólise bolhosa e tratamento, Atuação da equipe multidisciplinar no tratamento da úlcera plantar e O que a PNL pode ajudar na relação com o paciente.

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